Estilo de Vida


Conhecendo melhor sua coluna…

A Coluna Vertebral é fundamental para o equilíbrio do corpo humano.


Conhecendo melhor sua coluna…

Entretanto, todos nós conhecemos pessoas de diversas faixas etárias que reclamam de curvaturas excessivas na coluna, e também de dores nas costas.

Mas quais são as deformidades da coluna vertebral? Existem muitas dúvidas sobre o que é normal e quando devemos procurar um especialista.

As curvaturas, chamadas lordose cervical, cifose torácica e lordose lombar são curvas fisiológicas, quando dentro dos padrões e valores normais (exemplo: Cifose torácica = 20 a 40 graus, Lordose lombar = 31 a 79 graus). Estes valores podem ser mensurados através de radiografias panorâmicas, e sob orientação.

A lordose e a cifose tornam-se patológicas dependendo da localização e da magnitude da curva. Com relação à escoliose, ela pode ser definida como uma deformidade complexa nos três planos do corpo (frontal, sagital e transverso), ou seja, é uma deformidade tridimensional. O principal componente da escoliose é o desvio anormal no plano frontal (desvio lateral), que deve ser superior a 10 graus, de acordo com a Scoliosis Research Society (entidade científica que estuda as deformidades, além de  pesquisa clínica).

Já com relação à escoliose idiopática, é a deformidade estruturada mais comum, correspondendo a aproximadamente 80% dos casos dentre as
escolioses. Apresenta uma prevalência de 1,9% nas curvas abaixo de 10 graus e 0,5% nas curvas de 20 ou mais graus. A escoliose acontece mais em mulheres, mas a literatura não explica a causa.

Já a cifose torácica aumentada é caracterizada por uma angulação acima da classificação normal (entre 20 e 40 graus). Pode ser simplesmente uma cifose postural, que não é patológica, ou ser um cifose de Scheuermann (patológica). A Cifose de Scheuermann ou juvenil, é um aumento da cifose torácica com características especiais. As características dos corpos vertebrais secundários são: vértebras em cunha, nódulo de Schmorl e as placas terminais irregulares.

Em qualquer desses casos, mesmo sem dor, se informe com seu especialista se há indicação para um tratamento.

Por: Juliana Menezes




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