Nutrição


Dieta mediterrânea diminui risco de demência em idosos

Estudo comprova que o programa alimentar beneficia o cérebro e o coração


Dieta mediterrânea diminui risco de demência em idosos

Idosos que adotam a dieta mediterrânea correm menos riscos de sofrer demência. O programa alimentar que prioriza o consumo de peixes, vegetais, legumes, carnes magras, nozes, castanhas, sementes, frutas, vegetais e gorduras saudáveis beneficia o cérebro e o coração.

Para chegar a essas conclusões, foram analisados dados de 672 pacientes idosos acompanhados pela Mayo Clinic, no EUA. No início do estudo, no ano de 2004, nenhum dos pesquisados, na faixa etária de 70 a 89 anos, sofria de demência. Os voluntários tiveram suas dietas analisadas e também se submeteram a testes de memória, linguagem, funções executivas, noções de espaço e os problemas cognitivos. Através de ressonâncias magnéticas, os participantes tiveram espessura cortical de várias regiões do cérebro examinadas.

Idosos que adotavam a dieta mediterrânea tinham mais espessura cortical em todos os lóbulos do cérebro. Mais consumo de peixe e legumes foram associados a uma espessura maior do cérebro.

Mesmo que a pesquisa ainda não seja conclusiva, não fará mal as pessoas na terceira idade adotarem o programa alimentar que dá prioridade aos alimentos frescos em detrimento dos industrializados. Principalmente se a dieta mediterrânea for aliada a um estilo de vida saudável, sem uso de fumo, álcool em excesso, situações de estresse, combinada com a prática de atividade física regular.




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