Vida e Saúde



Mortes por AIDS caem no Brasil

Campanhas de prevenção e mais acesso a tratamento são as responsáveis pela diminuição


Mortes por AIDS caem no Brasil

Após 30 anos de luta contra a doença o Brasil consegue diminuir o número de mortes por aids. A taxa de mortalidade provocada pela doença diminuiu em 2014 de 5,7 por 100 mil habitantes em 2014 para 4,8 mortes em 2017. A redução seria em função do acesso ao tratamento e ao tempo do período do diagnóstico. Os dados são do novo Boletim Epidemiológico, divulgado recentemente em Brasília, pelo Ministério da Saúde.

“O Brasil tem dado a sua contribuição no combate à doença, com a garantia de tratamento e oferta de testes para identificar o vírus, mas é preciso conscientização da população, principalmente aos jovens, sobre a necessidade de prevenção. Só com uso de preservativos, vamos evitar e combater o HIV e a AIDS”, comentou sobre os novos dados, o ministro da Saúde, Gilberto Occhi.

Em 20 anos essa é a primeira vez que as taxas de mortalidade registram queda tão expressiva. A última foi entre os anos de 1996 e 1997, com a chegada do coquetel para tratamento dos portadores do vírus.

Os novos números da epidemia registram 926.742 casos de aids no Brasil de 1980 a junho de 2018, que representam 40 mil novos casos por ano. Em 2012, a taxa de detecção da doença era de 21,7 casos por cada 100 mil habitantes e, em 2017, foram 18,3, queda de 15,7%. Na comparação com 2014, a redução é de 12%, saiu de 20,8 para 18,3 casos por 100 mil habitantes.

A nova campanha de combate a doença, lançada em novembro, celebra as conquistas nos 30 anos do Dia Mundial de Luta contra a Aids. A data foi instituída em 27 de outubro de 1988 pela Assembleia Geral da ONU e a Organização Mundial de Saúde, cinco anos após a descoberta do vírus causador da AIDS, o HIV.




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